sexta-feira, 16 de março de 2012

Um passeio pelas gírias através do tempo




Por volta de 1930, ainda garoto, fui castigado. Eu era pobre e triste, mas jurei me tornar um cidadão reconhecido para nunca ser chamada a atenção. Fiquei quase uma década me recuperando dessa malvada sorte. Depois, resolvi recobrar o tempo perdido e correr atrás de uma moça que conheci em uma festa que frequentava na época. Convidei aquela menina bonita para assistir a um filme. Foi a maior diversão. O pai dela não gostou nem um pouco. Levei uma bronca. Só me esqueci desse acontecimento dez anos depois. Tomei um castigo sem igual. Não seria fácil namorar aquela linda jovem. Ela não se esqueceu do encontro. Eu já estava ficando velho, mas ainda era sedutor. Além do mais, meu amigo, nos anos 60 não era pobre. Tinha boa aparência, um carro e conversa convincente. Desses de fazer qualquer garota encantar. Então, resolvi passear e rever aquela moça, que era para casar. Mas ela eliminou todas as minhas expectativas com aquela conversa e eu, que estava esperançoso, fiquei triste. Mais 10 anos, amigo, desisti da jovem que a essas alturas já estava velha, não era mais uma jovem encantadora. E eu ainda era um homem charmoso. Tentei convence-la. Que difícil! Eu estava enganado. Ela não gostou da brincadeira. Fiz tudo errado. Ela me chamou de bobo e foi embora. Perdi. Enveredei pela política. Tornei-me insensível, fiquei amargo, só pensava em responsabilidades. Deixei de ser aquela pessoa incrível que amava cegamente. Não mais importava com as coisas do coração. Meu negocio era dinheiro. Entrei com tudo nos anos 80, depressivo, entreguei-me completamente para o mundo frágil dos negócios, preocupado com as aparências vendo a beleza passar no movimento daquelas meninas de calcinhas pequenas. Ótimo! Como me senti ultrapassado! Chegaram os anos 90 e eu resolvi acordar para a vida. Nas ruas, os manifestantes faziam pressão. Já aposentado, levei o apelido de homossexual. As meninas da minha turma envelheceram. Fiquei confuso. Passei muito tempo pensando. Atento, quis deixar de ser irresponsável e mudei de atitude, não queria mais ficar infeliz. Descobri que relacionamento sem compromisso não daria certo. Chega de ser boêmio. Encontrei uma jovem e fui falar com ela. Estava convencido, vestido como um mocinho rico à procura de uma mocinha bonita e bem arrumada que gostasse de mim. Não sou nenhum pedófilo, mas decidi conquistar a primeira garota que encontrasse pela frente. Estava disposto a investir. Que má sorte! Fui criticado! Envolvi-me com uma mulher simpática, mas de caráter não confiável. Nessa fase da vida, não teria muitas opções. O que pode querer um velho rico e solitário? Estava contrariado, não hesitei, cheguei até a mulher. A infeliz me chamou de velho. Desatento, ainda pensei que fosse um elogio. Não desisti. É mesmo o fim do século. Desorientei quando um conquistador jovem chegou e falou: “Aí senhor, valeu! Vá se embora que eu vou sair com a prostituta”. Já era demais! Outra rejeição, esse coração antigo não aguentaria. Viajei no tempo. Até logo!

Elsa, Fátima e Lenair




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

História diferente de Romeu e Julieta


Beber ou não beber inseticida?



            Um mosquito de nome Romeu marca um encontro com uma mosquita de nome Julieta, para às 17h30min da tarde de sábado. Mas eis que às 17h, Romeu cai em um pega-mosca.

Romeu começa a entrar em desespero, pois faltam apenas 30 minutos para estar no lugar combinado com Julieta. O que fazer? Precisa urgente de uma ideia para sair dali. Alguns minutos são uma eternidade para um coração que anseia por um momento de amor. – Julieta, Julieta, quanto tempo escondi esse amor, mas se o fiz, não foi por medo, o destino que me obrigou ao segredo, porem se eu não conseguir te encontrar, esse amor oculto fará parte de minha própria vida, e existirá no beijo em que o orvalho deixa na pétala da rosa querida.

Enquanto Romeu monologava, Julieta esperava e desesperava, pois nada de Romeu. – Meu Deus, ele não virá! Preciso me controlar, devo deixar em liberdade tudo que amo. Maldito amor que sepulta vidas! Beber ou não beber inseticida? Quem poderá me salvar?

- Eu, Chapolin Colorado.



Gilmione

Giselly

Jorge

Lucimar

Maria Cristina

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fábula - paródia com alusão a um tema da atualidade - Giselly e Gilmione



O burro e o cachorro



Em um belo dia, vários animais resolveram participar de uma eleição. Lá estavam o burro e o cachorro. Os dois viviam inventando propostas para poder enganar ou, talvez, ajudar os eleitores.

Certa vez, seu galo pediu, aos candidatos, que construíssem um local onde ele pudesse cantarolar todas as manhãs. Dona Pata queria que o lago ficasse sempre cheio e limpo, pois, assim, os patinhos poderiam nadar tranquilamente. Já a coruja queria um lugar para transmitir a sabedoria aos demais animais. Todos os pedidos foram incluídos nos planos de governo dos candidatos.

Na campanha, o burro levava vantagem sobre o cachorro, pois era um animal que participava de programas de TV e tinha o lado humorístico exacerbado.  O cachorro era sério e discreto, não atuava na TV, em programas de humor. Entretanto, tinha perfil e consciência das reivindicações da população animalesca. Sabia que podia cumprir com alguns pedidos e outros deveriam ser revistos.

Época de propagandas eleitorais, as piadas do burro em seu programa eram vistas, pela população, como algo engraçado. Muitos eleitores riam do burro e achavam que ele era sinônimo de tudo aquilo que a população vinha enfrentando com os demais candidatos. Eles viram a eleição como forma de manifestação.

Dia da eleição, lá estava o burro e o cachorro. O burro fazia piadas e todos sorriam. O cachorro olhava a cena e pensava com tristeza:

- Os animais não confiam em mim, só têm olhos para o burro.

No final das eleições, o cachorro ficou à espera daqueles que ele julgava serem seus eleitores para receber uma palavra amiga. Isso porque o resultado nas urnas tinha sido um desastre. Contudo, os animais haviam saído para comemorarem a vitória do burro.

Depois de certo tempo, os animais, arrependidos, queriam consolá-lo. Na verdade, perceberam a burrice que haviam cometido. Hoje, o burro tem salário alto, vive na mordomia e ainda não fez nada que pudesse mudar a vida dos animais mais pobres. Continua burro, enquanto o cachorro continua sendo o melhor amigo daqueles que um dia deixaram de acreditar nele.



Moral: "Cada um é o que é. Não se pode forçar a própria natureza."

Atividade 1 - Provérbios - Giselly e Gilmione


A segurança do trabalhador desempregado brasileiro

Giselly (Rio Verde)

Gilmione (Edeia)

O desemprego assola a população brasileira. Alguns trabalhadores, acomodados, ainda não se deram conta da necessidade de dedicar e de se manter dentro de uma empresa. Isso porque existe um benefício do Governo chamado seguro-desemprego.

            Diante disso, muitos trabalham durante seis meses e logo fazem, aliás, deixam de fazer suas funções para, assim, ser demitido pelo empregador. Com isso, recebem o benefício durante três a cinco meses, dependendo da quantidade de meses trabalhados.

            Contudo, o Governo pretende rever a lei que regulamenta o recebimento do seguro-desemprego. Pela proposta, o desempregado pode perder o benefício se recusar uma proposta de emprego condizente com a proposta salarial anterior. Metaforicamente, é melhor segurar o emprego que tem do que contar com a ajuda do Governo.

            Enfim, por meio do Mais Emprego, sistema que integra dados do SINE e outras entidades de formação profissional, o Governo exigirá que o trabalhador desempregado volte ao mercado de trabalho e não fique acomodado. Ou seja, somente terá o seguro nas mãos aquele que realmente não tiver a proposta adequada ao salário anterior, caso contrário, o “pássaro verde” voará rumo ao abismo. 

sábado, 22 de outubro de 2011

Atividades


SOBRE O PORTIFÓLIO





ATIVIDADES A SEREM CUMPRIDAS



1 - Relatório dos Avançando na Prática com fotos (total de 4 relatórios, sendo dois de cada TP);

2- Atividade em grupo:

- Venda da casa;

-          Prosa e verso: texto A pesca;

-           texto com as palavras: muxuango, hermeneuta, vituperado, entre outros.

3 - Elaborar um texto semelhante ao texto Tango.

4- Memorial

5 -Sequência didática do filme Narradores de Javé;

6 - Lições de casa do TP3 e TP4.

7 - Projeto





O portfólio é um arquivo no qual se pode visualizar o caminhar do profissional, ou do aluno. Nele constam atividades mais antigas, reflexões, textos que tocam o coração do autor do portfólio, fotos, textos teóricos, registros e imagens diversas.



Alguns critérios devem ser levantados para a produção e a avaliação do portfólio. vamos a eles:



Memorial - relato de sua experiência como educador;

Memorial de leitura - reflexão sobre o seu processo de letramento e suas experiências como leitor, desde a infância;

Relatórios Reflexivos das atividades realizadas com os alunos;

Registro dos encontros, presenciais;

Textos teóricos que tenha lido, gostado e queira que façam parte de sua pasta;

Fotos de sua sala de aula;

Cópias de atividades dos alunos - não escolha apenas os alunos de destaque positivo, mostre também aqueles que tem dificuldade e que, com o seu trabalho, tem conseguido se desenvolver de alguma forma;

Sugestões de atividades que foram feitas por você e que não estão no material.



e outros descritores que o formador achar necessário.





Sugestões:



1 - Criação do BLOG, e todos esses registros deverão ter data para a publicação e verificação do formador.



2 - Na impossibilidade da criação do blog, o professor poderá entregar uma pasta ao professor Formador, para que a cada oficina seja entregue relatórios, textos e fotos que serão arquivados nas pastas. Dessa forma, evita-se que o professor protele a criação do portfólio e ao final do ano desista do curso, por não ter tempo para construir material tão extenso.

Próximo encontro

Nosso próximo encontro será dia 29/10, às 8h, no auditório da SMEEL.



Espero todas e todos....


Abraços